domingo, 22 de dezembro de 2013

Pe Elison Silva lança DVD para formação de catequistas




Com o objetivo de intensificar os trabalhos da Animação Bíblico Catequética Pe Elison Silva, lançou no dia 17 de dezembro em Maceió-AL, o seu primeiro DVD "Jesus, modelo de catequista" é a primeira vídeo-aula de uma coletânea que objetiva dar subsídios para a formação permanente de catequistas, atendendo um apelo e suprindo uma necessidade da Igreja dos nossos dias. Pautado no modelo de ação catequética de Jesus, Padre Elison Silva, que é especialista em Pedagogia Catequética, faz uma análise de três encontros protagonizados, em passagens do Evangelho, por aquele que é o Mestre dos catequistas. 

Durante o lançamento foi passado um vídeo com depoimentos de pessoas importantes:
Imaculada Cintra representando todos os Catequistas do Brasil, Pe. Décio Walker, Assessor Nacional da Animação Bíblico Catequética CNBB, Pe Luiz Alves de Lima membro da Sociedade Lantino Americana de Catequetas e membro da Sociedade Brasileira de Catequetas, Dom Muniz Fernandes, Arcebispo da Arquidiocese de Maceió, Dom Mariano Manzana, bispo de Mossoró e Referencial para Animação Bíblico Catequética do Regional Nordeste 2 da CNBB, Dom Genival Saraiva, Bispo de Palmares e Presidente do Regional Nordeste 2 CNBB e de dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba e membro da Comissão Episcopal para Animação Bíblico Catequética CNBB. Veja o vídeo AQUI.

Depois do lançamento Pe Elison todos os convidados participaram de coquetel e sessão de autográfos.

Atuação

Padre Elison é Membro do Grupo de Reflexão Bíblico Catequética - GREBICAT que é formado por Biblistas e Catequetas que assessoram na reflexão, orientação e animação bíblica da catequese e a na animação bíblica de toda Pastoral da CNBB. Membro da Sociedade de Catequetas que tem como finalidade favorecer a convergência de pessoas qualificadas no campo da catequese e
o livre intercâmbio de pesquisas e experiências que promovam o avanço nesta área pastoral. É Especialista em Pedagogia Catequética pela PUC-Goiás. Coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 de Animação Bíblico Catequética da CNBB. Diretor do Instituto Bíblico Catequética da Arquidiocese de Maceió. Membro da Comissão Arquidiocesana de Animação Bíblico Catequética.

O DVD já está a venda nos seguintes locais:
Lojas Paráclito

Maceió-AL
Rua do Livramento (ao lado da Igreja do Livramento)
Telefone (82) 3326-0202

Aracaju-SE
Rua Laranjeiras, 540, Centro.
Telefone (79) 3214-0484.


E também pela assessoria do Padre Elison Silva:
Email: padreelisonsilva@hotmail.com
Telefone: 55 82 9976-7135.
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pe Elison Silva lançará DVD de formação de catequistas‏‏‏


Acontecerá no dia 17 de dezembro o lançamento do primeiro DVD “Jesus Modelo de Catequista”do Padre Elison Silva visando a formação de catequistas em nossa Igreja. O lançamento acontecerá às 19h30 na Paróquia Nossa Senhora das Dores, no bairro da Santa Lúcia, Maceió-AL.

Padre Elison é Membro do Grupo de Reflexão Bíblico Catequética - GREBICAT que é formado por Biblistas e Catequetas que assessoram na reflexão, orientação e animação bíblica da catequese e a na animação bíblica de toda Pastoral da CNBB. Membro da Sociedade de Catequetas que tem como finalidade favorecer a convergência de pessoas qualificadas no campo da catequese e o livre intercâmbio de pesquisas e experiências que promovam o avanço nesta área pastoral. É Especialista em Pedagogia Catequética pela PUC-Goiás. Coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 de Animação Bíblico Catequética da CNBB. Diretor do Instituto Bíblico Catequético da Arquidiocese de Maceió. Membro da Comissão Arquidiocesana de Animação Bíblico Catequética.

A partir do dia 17 de dezembro o DVD estará disponível para todo o Brasil.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Conclusão curso formação ao Catequista


Cerca de 180 alunos do curso de Formação ao Catequista das cinco regiões episcopais da Diocese de Limeira participaram, na noite desta quinta-feira, 28, da Celebração Eucarística de conclusão do curso.


A missa, que aconteceu na catedral Nossa Senhora das Dores, em Limeira, foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Vilson Dias de Oliveira,DC, e concelebrada pelo pe Vladimir Hergert - Vigário-Geral da diocese, pe. Paulo Sérgio Lopes Golçalves - Coordenador Geral do Centro Diocesano de Formação Teológica (CDFT), e demais padres presentes..

Durante quatro semestres, os catequistas participaram de aulas formativas em suas regiões episcopais, momentos de capacitação e reflexão acerca da atividade do catequista.


Após a celebração eucarística, os formandos receberam certificado de conclusão do curso.
Para 2014, o CDFT já está com as inscrições abertas para o curso de Teologia para Leigos e para o curso de Formação ao Catequista. Mais Informações podem ser obtidas pelos telefones (19) 3441-5329 ramal 212 (CDFT), das 8h às 17h, ou 3451-9107 / 3038 – 0776 (Livraria Catedral), horário comecial.

No dia 14 de dezembro, às 9h30, ocorre a formatura da turma do Curso de Teologia para Leigos, também na catedral Nossa Senhora das Dores, em Limeira.

Marco Antonio Erbeta
Assessoria de Imprensa
Diocese de Limeira

terça-feira, 12 de novembro de 2013

VIII SULÃO DE CATEQUESE – S1; S2; S3; S4 e O1

* por Renato Papis
Secretariado - regional Sul1
O presidente da Comissão Episcopal Bíblico-catequética do Regional SUL 1 Dom Vilson Dias de Oliveira participou do VIII Sulão Bíblico-catequético, em entrevista disse que o encontro teve a sua grande riqueza de experiências catequéticas. Estavam reunidas aproximadamente 100 dioceses dos regionais do Sul (São Paulo, Santa Carina, Paraná e Rio Grande do Sul) e Oeste 1 (Mato Grosso do Sul) da CNBB, o VIII Sulão de Catequese abordou a vivência da animação bíblico-catequética na vida e missão da Igreja. 

Com a presença dos bispos referenciais da catequese, o evento trouxe para reflexão o tema “Catequista: protagonista da fé”. O encontro aconteceu entre os dias 25 a 27 de outubro, em São Leopoldo (RS). O VIII Sulão de Catequese é realizado desde 1988 e, neste ano comemorou 25 anos. Seu principal objetivo é abordar com os catequistas, questões pontuais do serviço da Igreja Católica, a formação e o engajamento dos fieis na missão evangelizadora. Recordo que o Brasil tem aproximadamente 800 mil catequistas, com destaque a atuação das mulheres.

O catequista não é apenas aquele que faz reuniões ou encontros, mas ressalto especialmente o protagonismo destes agentes. A catequese é essencial em nossas comunidades, sendo base para todo projeto evangelizador. Do Regional Sul 1, contamos com a presença de 90 catequistas. Agradeço aos bispos e as Equipes da Comissão Bíblico-Catequética de cada Diocese de nosso Regional pelo apoio e presença.

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Diocesano de Limeira, SP
Bispo referencial AB-Catequética Sul 1



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mensagem final do VIII Sulão


Catequista protagonista do amor, da fé e da esperança!
(1Ts 1,3)

Senhor, Deus de bondade, nessa memória dos 25 anos de caminhada do Sulão Bíblico-Catequético, rogamos para que a tua palavra seja vivenciada em nossos corações e nos corações das pessoas a nós confiadas.

Levamos o compromisso de vivenciarmos o que ouvimos e aprendemos, para que produza fruto em nossa vida e missão, deixando-nos envolver pela ação do Espírito Santo, anunciando o mistério revelado, que nos compromete à vivência da fé como seguimento e Jesus e a prática do seu Evangelho.

Renovamos nossa fé, nossa esperança e nossa caridade e na fidelidade à Palavra de Deus, para que ninguém fique de fora do compromisso de assumir efetivamente a missão de anunciar o Evangelho com alegria.

Sejamos ardorosos como São Paulo, profeta e missionário da Palavra de Deus, deixando-nos guiar constantemente pelo Espírito (Gl 5,25)

Nós, catequistas, somos mediadores no processo de iniciação à vida Cristã, no encontro da pessoa que percorre o caminho com Jesus. A “catequese é uma ação evangelizadora privilegiada, que visa ajudar os outros a encontrarem o Senhor Jesus, “caminho” que nos conduz a Deus, “verdade” que ilumina a existência e “vida” em plenitude, que satisfaz todas as buscas humanas”. (mistagogia: novo caminho formativo de catequistas, pg9)

Ao retornamos a nossos lares, comunidades, paróquias e dioceses possamos ser comunicadores do que vimos, ouvimos. Sejamos protagonistas da fé, do amor, e da esperança, para que possamos seguir os passos de Jesus como discípulos missionários.

Louvamos ao Senhor pela presença de todos neste VIII Sulão!


ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA DO REGIONAL SUL3 DA CNBB

Resumo do que foi o VIII SULÃO BÍBLICO-CATEQUÉTIC

Tema: CATEQUISTA: PROTAGONISTA DA FÉ, DO AMOR E DA ESPERANÇA.

Acontecido no CECREI, em São Leopoldo, RS, de 25 a 27 de outubro de 2013

video

Vídeo feito pelo Pe Thiago, do Regional Sul 4.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Síntese do VIII Sulão Bíblico-Catequético , de 25 a 27/10/2013 - São Leopoldo/RS



Chegada 



 Sulão da catequese: É caminhada de confraternização, criando um clima de convivência e comprometimento com o processo de animação bíblico-catequética.




• Pe. Gil: Palavra de acolhida, brilho de esperança e gosto de festa. 25 anos de caminhada. Homenagem aos que marcaram história. Os catequistas são os verdadeiros protagonistas disto.




• D. Jacinto: Que bom que estamos aqui. Agradecimento a todos. Tivemos uma história bonita de 25 anos de vida. Estamos até motivando a realização do Nordestão.





• D. Leonardo: Saudação a todos. Abraço da Presidência da CNBB, com parabéns pelos 25 anos. Reunidos nos tornamos luz e somos iluminados. Podemos visibilizar a Palavra de Deus.





• D. Zeno: Anfitrião, dando boas vindas. Que todos se sintam bem.





• Pe. Paulo Gil: Avisos e orientações gerais.




• Celebração de abertura: Focalizou o Espírito Santo como luz da catequese e recordou os 25 anos nos Regionais. Depois, numa projeção, foi feita a memória dos Sulões.






• D. Leonardo e D. Jeremias: O desafio dos catequistas hoje.

• D. Leonardo: Estar empapados de Cristo. A palavra acolhe e recolhe um sentido. Ela tem uma força. Santo Agostinho: A palavra hoje está em sintonia com um tempo, numa época. Estamos inseridos num hoje. Hoje os valores e critérios são diferentes do passado. Eles mudam. Vivemos o fundamentalismo e o relativismo. É hora de retomada das fontes. Tudo é convite para buscar a Palavra de Deus. As relações se tornam virtuais. Ciência e técnica calculam tudo, mas não pensam nas relações. Igreja é assembléia de quem segue Jesus. Caridade é amor em movimento. Somos Gerados filhos no Filho. Por isto somos Igreja. O mundo e o imundo. Mundo é o que construímos e vivemos. O mundo é o trabalho de nossas mãos, transformado. Protagonismo do catequista é assumir responsabilidade por primeiro. Catequista é fazer ressoar aos ouvidos, que sai de dentro. Ressoar Jesus. Catecismo é ter possibilidade de explicitação dos mistérios da fé.

• D. Jeremias: Os desafios dos catequistas no tempo do papa Francisco. Ele diz que a beleza da missão reflete na pessoa de Maria, na humildade. Uma Igreja que deve dar espaço ao mistério, à beleza de Deus. Jesus entrou na noite dos discípulos de Emaús. É o que deve fazer a catequese. Não podemos nos deixar entrar na noite da maldade. O papa pergunta se ainda somos capazes de aquecer os corações. A catequese tem que dialogar com a cultura. A fé nasce do encontro com Jesus, tornado possível pela comunidade de fé. O papa fala em ser catequista e não trabalhar como catequista. Por isto há necessidade de boa formação.

• D. Leonardo: O papa insiste na formação de cristãos adultos na fé. Os discípulos de Emaús, ao voltar, foram às fontes. A experiência de fé é a cultura do amor. A catequese possibilita isto? A experiência cristã nasce do encontro com uma Pessoa, Jesus. O catequista não é do 1º anúncio, é como Marta. Maria estava ainda no 1º anúncio, ouvindo. Desafios: passar do anúncio moral para o das relações de amor. Quem ama de verdade sabe que pecou. Catequese não é aula, mas é fazer caminho na iniciação à vida cristã. Onde há um catequista a Igreja vive e forma comunidade cristã. A catequese precisa ser encarnada na vida da comunidade.

• Celebração Eucarística: Presidida por D. Zeno.


• Noite: Apresentação de viola no auditório.
Orquestra Sul-Riograndense de Viola Caipira



Sábado de manhã 

                                                                                                                                                                                                                                                            • Oração da Manhã: Leitura Orante da Palavra (Rm 15, 1-13)







• Pe. Décio: A Comissão Bíblico-Catequética Nacional tem a missão de acompanhar o que acontece nos Regionais. Diz: Há uma vitalidade muito grande no Brasil, muita vibração e está linda a caminhada. É papel da Comissão Nacional de apresentar subsídios para ajudar no horizonte comum.





• Valmor da Silva e Regina: Critérios inspiradores da catequese.

• Valmor (1º tempo): Catequistas em diversas circunstâncias. 1. Profeta é pessoa da


Palavra. Catequista é extensão da Palavra, porta-voz, que borbulha; 2. Profeta é pessoa da escuta da Palavra, de intimidade com Deus; 3. Profecia é resposta ao Senhor, ao chamado, é vocação; 4. Profecia é envio para a missão; 5. Profecia é denúncia de injustiças.

• Valmor (2º tempo): Jesus Profeta. Ele é sábio, livre de tudo e mago (Filho de Deus). Apresentou textos bíblicos que indicam Cristo como profeta; o que todos os dados indicam; Jesus realiza a missão profética.



• Fala do povo: D. Antonino – Valor do testemunho, da oração, da catequese urbana, juventude como catequista, afastamento dos crismados; Pe. Eugênio – Catequese continuada como experiência na paróquia; Conceição – Aprofundar o que Jesus não foi;
Ir. Marlene – Explicar melhor Palavra e Eucaristia. Estamos mais centrados na Eucaristia;
Pe. Mauro – Ambiente favorável para o profetismo de Jesus. E os desafios de hoje;
Pe. Julimar – Como viver o protagonismo diante dos desafios?
Pe. Antônio – Bento XVI disse ser crise de fé ao deixar o filho escolher sua fé no batismo;
Pe. Celito – Nem todo lugar tem que ter missa. Mostrar o valor da Leitura Orante da Palavra. As pessoas estão sedentas de relações.



• Respostas: Valmor deu seu testemunho pessoal como pai da Débora, de 10 anos de idade; a Palavra ficou com os protestantes e a Eucaristia com os católicos. Em nossas liturgias, deveríamos usar uma única mesa. Na Verbum Domini se fala em três mesas: da Palavra, da Eucaristia e dos Pobres; vivemos o desafio do mundo virtual.


Sábado à tarde

Liana Plentz: Catequese de iniciação à vida cristã, novo olhar para uma nova prática. Ter esperança. Toda mudança de época é de florescimento e de desafios. D. Helder Câmara: Há gestos que valem como programa de vida. É preciso ser operário do diálogo. Somos chamados a dar respostas ao povo com proposta de vida e de esperança. Perdemos o dom de maravilhar-se e não conseguimos saciar nossa fome de Deus. As pessoas ainda não se acolhem como irmãos. Tornar nossa fé credível e atrativa. Transformar as dificuldades em novas possibilidades de anúncio do Evangelho. “Vale mais acender um fósforo do que reclamar da escuridão”. Vamos arregaçar as mangas! Não é próprio do filho de Deus ficar reclamando. Somos capazes de mudar o mundo, evitando arranjar desculpas para tudo. O bem se espalha por natureza. Sonhar juntos é sinal de relação. É ter novo olhar, colocando vinho novo em odres novos. Resistimos ao novo, porque temos que sair do comodismo. Temos que ser transformados. Ser catequista é ter vocação, ser chamado por Deus. Há o perigo de o catequista ser só de ensino e não de encontro com Cristo. Que modelo de Igreja estamos anunciando? Se não for de levar ao encontro com Cristo, não estamos atingindo nosso objetivo. Supõe quebra de paradigma, ser criativo e não ser estátua de museu. O processo deve começar pelo querigma, que leva à conversão e ao discipulado. Não podemos deixar a oração de fora. Nossa conversão tem que ser diária. A pessoa evangelizada nunca é a mesma. A iniciação significa conduzir para dentro e entrar nos segredos de Deus. Tudo começa com uma experiência de fé. A educação na fé é um processo e não um programa. A lei de tudo é o amor, que supera todas as dificuldades. Disse o papa Francisco que “a Igreja à nossa medida, não é a Igreja de Jesus Cristo”.




Noite: Apresentação cultural 


 confraternização





Frase final: Desejamos que a história do Sulão da Catequese continue como um processo de animação e motivação para uma Igreja cada vez mais comprometida com o discipulado e a missionariedade. Que isto possa estimular os outros Regionais para o mesmo caminho.

 
Síntese feita por
Dom Paulo Mendes Peixoto- bispo de Uberaba-MG

VIII Sulão - UM NOVO OLHAR PARA UMA NOVA PRÁTICA NA CATEQUESE DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ

*Por Liana Plentz
Jornalista e catequista
Especialista em Ensino Religioso
Coordenadora da Iniciação à Vida Cristã
no Vicariato de Porto Alegre
Secretária da Animação Bíblico-catequética do Regional Sul 3 - CNBB







“Há gestos que valem como um programa de vida:
erguer um candeeiro, afastar as trevas,
difundir a luz,mostrar o caminho.”
(D. Helder Câmara)

DIFUNDIR A LUZ...
É evangelizar, anunciar valores, esperanças e alegrias que se carrega em seu próprio coração e que se faz verdade pelas mãos.A fé nos faz testemunhar aquilo que cremos e cumprir nossa obrigação como operários do diálogo.
Ou seja, ir ao encontro, tocar, amar,deixar-se amar,ouvir, confiar, abraçar,chorar as dores dos empobrecidos e estar com eles na luta pela vida.

DIFUNDIR A LUZ...
É propor uma adesão pessoal ao Deus de Jesus Cristo, que age como fermento interior na transformação progressiva de cada ser humano e não mais verdades abstratas ou idealizadas. É propor de forma livre e direta o Evangelho de Jesus como mensagem de esperança e alegria.Como um cântico novo das criaturas, louvando ao Criador e afirmando a fraternidade.
É ter a certeza de que Cristo Jesus é o único enviado de Deus para revelar-nos sua face e saciar nossa fome de infinito. A esta confissão de fé, deve corresponder o testemunho de vida, como Jesus, totalmente voltada para o Pai e totalmente voltada para o irmão, sobretudo o que sofre; isso não só em escala pessoal ou assistencial, mas também e, sobretudo, na dimensão social.
É repropor ao coração e à mente, muitas vezes distraídos e confusos dos homens de nosso tempo, e antes de tudo a nós mesmos, a beleza e a novidade perene do encontro com Cristo. É um apaixonar-se constante por Jesus.
É tornar a nossa fé credível, através de nossos atos, de nossas atitudes vividas alegremente. Só por este fato, nossa vida cristã se tornaria atrativa e uma verdadeira Palavra de Deus para aqueles que não crêem ou se afastaram da fé. É transformar as dificuldades que hoje encontramos ao evangelizar em novas oportunidades de anúncio do Evangelho.
“Vale mais acender um fósforo do que reclamar da escuridão”. É próprio de um filho de Deus queixar-se sistematicamente do mal, do clima pessimista e negativo que o rodeia?  O que aconteceria se nos decidíssemos a fazer o que está ao alcance de nossas mãos? Mudaríamos o mundo!
Os primeiros cristãos, que tinham uma fé viva e operante, mas eram numericamente poucos, conseguiram fazer isto.
É certo não fazer nada por pensar que talvez se possa fazer pouco?
O bem se espalha por natureza: tem um efeito multiplicador que ultrapassa de longe a sua eficácia imediata.
Com a graça de Deus, todas as nossas ações, por  pequenas que sejam, têm repercussões que ficam fora do nosso alcance.

DIFUNDIR A LUZ...
 É SONHAR JUNTOSUMA CATEQUESE DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ!
“Sonho, que se sonha só, é ilusão; sonho que se sonha junto já é sinal de solução!”(D. Helder Câmara)
QUE SONHO É ESTE? EM QUE CONSISTE?

UM NOVO OLHAR PARA UMA NOVA PRÁTICA
QUE NOVO OLHAR DEVO TER SOBRE A MISSÃO DE ANUNCIAR JESUS CRISTO?
Jesus já nos alertava para não colocar vinho novo em odres velhos, porque senão os odres se quebram e se perde o vinho (Mt 9,17).
Assim também não podemos pensar em nova prática se o nosso olhar não mudou, se nossa visão de Igreja e de mundo continua defasada e não acompanha a caminhada que está sendo feita. O essencial é compreender esse novo olhar, é incorporá-lo, é torná-lo nosso.
É muito comum querer adotar novas práticas para vestir o olhar velho. Custamos muito a sair da nossa zona de conforto e resistimos ao novo.
Para poder transformar a catequese, temos primeiro que ser: transformados para transformar. Somente transformados em verdadeiros discípulos missionários poderemos, com nosso exemplo e vivência, ser o evangelizador, o animador de uma catequese de iniciação à vida cristã.
O Papa Francisco na JMJ Rio 2013 já nos exortava a ter estas três atitudes: nunca perder a esperança, esperar as surpresas de Deus e viver na alegria.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

JORNADA DE FÉ DA CATEQUESE REGIONAL SUL 1

Santuário Basílica Nacional e Pátio de Estacionamento

Neste último domingo (29/09), dia da bíblia, aconteceu a “Jornada de Fé”, reunindo milhares de catequistas, padres, diáconos, seminaristas e religiosos (a) do Regional Sul 1 da CNBB no Santuário Nacional de Aparecida. A missa, presidida pelo bispo referencial para catequese Dom Vilson Dias de Oliveira, DC, contou com um público de aproximadamente 40.000 pessoas ligadas ao trabalho catequético, das 41 dioceses e arquidioceses do Regional Sul 1 da CNBB. No total na cidade de Aparecida circulou neste dia um público de 100.000 pessoas.


Dom Vilson, bispo referencial da Catequese no momento da homilia

Em sua homília, o bispo lembrou os catequistas do lema ‘Catequistas com Maria em Aparecida, a Estrela da Nova Evangelização’ e acrescentou: “Vamos confiar à Mãe do Senhor a vida e a missão de todos(as) catequistas que se empenham no anúncio da Boa Nova e no discipulado de Jesus Cristo, e que se dedicam com amor e carinho em nossas dioceses, paróquias e comunidades”.


Catequista com imagem da Padroeira do Brasil

E concluiu dizendo: “Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, a Mãe de todos os catequistas nos ensine a permanecer no amor de Cristo, na simplicidade da nossa fé, no aprendizado de sua Palavra e, mais ainda, de querer caminhar com nossos catequizandos: crianças, jovens e adultos, levando-os a fazer a experiência da comunidade dos discípulos e discípulas do Senhor”.


Representação: Imagem de N. Sra. Aparecida no momento do Envio dos Catequistas

Ao final, todos os presentes foram enviados, sob a proteção da Virgem Maria, conduzindo a imagem da Padroeira do Brasil por diversos catequistas, com a missão de contribuir no processo catequético do povo de Deus!


Manoá Xavier
Diácono da Diocese de Limeira, SP



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Discurso do Papa aos catequistas na Jornada dos Catequistas no Vaticano, por ocasião do Ano da Fé Sexta-feira, 27 de setembro de 2013


Queridos catequistas,

Estou feliz que no Ano da Fé haja este encontro para vocês: a catequese é um pilar para a educação da fé, e precisamos de bons catequistas! Obrigada por este serviço à Igreja e na Igreja. Mesmo se às vezes possa ser difícil, trabalha-se tanto, empenha-se e não se veem os resultados desejados, educar na fé é belo! Ajudar as crianças, os rapazes, os jovens, os adultos a conhecer e a amar sempre mais o Senhor é uma das aventuras educativas mais belas, constrói-se a Igreja! “Ser” catequistas! Vejam bem, não disse “fazer” os catequistas, mas “sê-lo”, porque envolve a vida. Conduz-se ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho. E “ser” catequistas requer amor, amor sempre mais forte por Cristo, amor pelo seu povo santo. E este amor, necessariamente, parte de Cristo. 

O que significa este partir de Cristo para um catequista, para vocês, também para mim, porque também eu sou um catequista? 

1. Primeiro de tudo, partir de Cristo significa ter familiaridade com Ele. Jesus o recomenda com insistência ao discípulos na Última Ceia, quando estava prestes a viver o dom mais alto do amor, o sacrifício da Cruz. Jesus utiliza a imagem da videira e dos ramos e diz: permaneçam no meu amor, permaneçam ligados a mim, como o ramo está ligado à videira. Se somos unidos a Ele, podemos dar frutos, e esta é a familiaridade com Cristo. 

A primeira coisa, para um discípulo, é estar com o Mestre, escutá-lo, aprender com Ele. E isto vale sempre, é um caminho que dura toda a vida! Para mim, por exemplo, é muito importante permanecer diante do Tabernáculo; é um estar na presença do Senhor, deixar-se olhar por Ele. E isto aquece o coração, mantém aceso o fogo da amizade, te faz sentir que Ele verdadeiramente te olha, está próximo a você e te quer bem. Entendo que para vocês não é assim simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de calma. Mas, graças a Deus, não é necessário fazer tudo do mesmo modo; na Igreja há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isto se pode, é possível em toda etapa da vida. Neste momento, cada um pode se perguntar: como vivo este “estar” com Jesus? Tenho aqueles momentos em que permaneço na sua presença, em silêncio, deixo-me guiar por Ele? Deixo que o seu fogo aqueça o meu coração? Se no nosso coração não há o calor de Deus, do seu amor, da sua ternura, como podemos nós, pobres pecadores, aquecer os corações dos outros? 

2. O segundo elemento é este: partir de Cristo significa imitá-Lo no sair de si e ir ao encontro do outro. Esta é uma experiência bela, e um pouco paradoxal. Por que? Porque quem coloca no centro da própria vida Cristo sai do centro! Mais se une a Jesus e Ele se torna o centro da tua vida, mais Ele te faz sair de ti mesmo, te descentraliza e te abre aos outros. Este é o verdadeiro dinamismo do amor, este é o movimento do próprio Deus! Deus é o centro, mas é sempre doação de si, relação, vida que se comunica... Assim nos tornamos também nós se permanecemos unidos a Cristo, Ele nos faz entrar neste dinamismo do amor. Onde há verdadeira vida em Cristo, há abertura ao outro, há saída de si para ir ao encontro do outro em nome de Cristo. 

O coração do catequista vive sempre esse movimento de "sístole – diástole": união com Jesus, encontro com o outro. Sístole – diástole. Se falta um destes dois movimentos não bate mais, não vive. Recebe como dom o Kerigma, e por sua vez o oferece como dom. É esta a natureza do próprio Kerigma: é um dom que gera missão, que impulsiona sempre para fora de si mesmo. São Paulo dizia: “O amor de Cristo nos impulsiona”, mas este “nos impulsiona”, pode se traduzir também em “nos possui”. É assim: o amor te atrai e te envia, te toma e te doa aos outros. Nesta tensão se move o coração do cristão, em particular o coração do catequista: união com Jesus e encontro com o outro? Se alimenta no relacionamento com Ele, mas para levá-Lo aos outros? Eu digo uma coisa para vocês: eu não entendo como um catequista pode permanecer parado, sem este movimento. 

3. O terceiro elemento está sempre nessa linha: partir de Cristo significa não ter medo de ir com eles às periferias. Me vem à mente a história de Jonas, uma figura verdadeiramente interessante, especialmente nos nosso tempos de mudanças e incertezas. Jonas é um homem piedoso, com um a vida tranquila e organizada, isso o leva a ter os seus esquemas bem claros e a julgar tudo e todos com estes esquemas, de modo rígido. Por isso, quando o Senhor o chama e lhe diz para ir a Nínive, a grande cidade pagã, Jonas não quer ir. Nínive está fora de seus esquemas, é a periferia de seu mundo. E então, ele escapa, foge, embarca em um navio que vai para longe. Releiam o livro de Jonas! É breve, mas é uma palavra muito instrutiva, especialmente para nós que estamos na Igreja. 

Que coisa nos ensina? Nos ensina a não ter medo de sair dos nosso esquemas para seguir a Deus, porque Deus vai sempre além, Deus não tem medo das periferias. Deus é sempre fiel e criativo, não é fechado e por isso nunca é rígido, nos acolhe, nos vem ao encontro, nos compreende. Para ser fiel, para ser criativo, é necessário saber mudar. Para permanecer com Deus necessita saber sair, não ter medo de sair. Se um catequista se deixa dominar pelo medo, é um covarde; se um catequista está tranquilo ele acaba sendo uma estátua de museu; se um catequista é rígido se torna encarquilhado e estéril. Pergunto a vocês: alguém quer ser um covarde, estátua de museu ou estéril?

Mas atenção! Jesus não diz: ide, e se virem. Não! Jesus disse: Ide, eu estou convosco! Essa é a nossa beleza e a nossa força. Se nós partimos, se saímos para levar o seu Evangelho com amor, com verdadeiro espírito apostólico, com parresia, Ele caminha conosco, nos precede, é o primeiro sempre. Vocês aprenderam o sentido dessa palavra. E isso é fundamental para nós: Deus sempre nos precede! Quando pensamos estar longe, em uma extrema periferia, e talvez temos um pouco de temor, na verdade Ele já está lá. Jesus nos espera no coração daquele irmão, em sua carne ferida, em sua vida oprimida, em sua alma sem fé. Jesus está ali, naquele irmão. Ele sempre nos precede. 

Caros catequistas, digo a vocês obrigado por aquilo que fazem, mas, sobretudo, porque vocês estão na Igreja, no Povo de Deus em caminho. Permaneçamos com Cristo, procuremos ser sempre uma só coisa com Ele; O sigamos imitando-O em seu movimento de amor, no seu ir ao encontro do homem; e saiamos, abramos as portas, tenhamos a audácia de trilhar novas estradas para o anúncio do Evangelho!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

ROMARIA DOS CATEQUISTAS DO REGIONAL SUL 1 - 29 DE SETEMBRO DE 2013


Queridos irmãos e irmãs do Regional Sul 1 da CNBB;

Que a paz do Senhor esteja convoco! No Ano da Fé, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 1 - CNBB convida a todos para a Jornada da Fé dos Catequistas do Regional Sul 1 que acontecerá no dia 29 de setembro de 2013 em Aparecida - SP.

Com o tema: "Catequistas com Maria em Aparecida, a Estrela da Nova Evangelização", vamos confiar à vida e a missão de todos/as catequistas que se empenham no anúncio da Boa Nova e no discipulado de Jesus Cristo.

A Celebração Eucarística será às 10h00 no Santuário Basílica Nacional de Aparecida, seguida de uma motivação e envio que acontecerá junto a Tribuna João Paulo II.

Contamos com a colaboração e incentivo de todos os bispos, presbíteros, diáconos, seminaristas, religiosas e animadores de comunidades para que as dioceses sejam representadas pela presença e alegria de nossos catequistas. Animem suas equipes paroquiais e diocesanas na organização de caravanas para este evento.

Peçamos a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, grande catequista e missionária por toda a nossa Igreja e por todo o povo brasileiro. Que Deus abençoe e frutifique sempre o vosso ministério junto aos catequistas das comunidades.  Unidos no Cristo Senhor.

+Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Diocesano de Limeira e
Ref. Comissão Bíblico-Catequética CNBB/Sul1

Pe. Paulo Gil
Assessor da Comissão Bíblico-Catequética CNBB/Sul1

Margareth Caiasso

Coordenadora da Cat. Junto à Pessoa com Deficiência

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

VIII Sulão Bíblico-Catequético - Catequista protagonista


Estamos nos preparando para o VIII Sulão Bíblico-Catequético, que acontecerá em São Leopoldo-RS, de 25 a 27 de outubro de 2013, com o tema: CATEQUISTA: PROTAGONISTA DA FÉ, DO AMOR E DA ESPERANÇA.

Estamos sendo catequista PROTAGONISTA ou FIGURANTE??

Assista a palestra ministrada pela Teóloga Maria Auxiliadora, realizada na cidade de Cascavel - PR.


Catequese junto às pessoas com Deficiência - Entrevista com Dom Vilson Dias


1. Como o senhor analisa o trabalho da Igreja no Brasil junto às pessoas com Deficiência? 
Existe um grande desafio no trabalho da Igreja, pois a formação de catequese junto à pessoa com deficiência tem se mostrado mais de forma individual por paróquia, em nossas dioceses não existe ainda um trabalho homogêneo. Mas existe um grande avanço no despertar e na preocupação desta formação, hoje temos apoio neste trabalho da Pastoral dos Surdos, Movimento Fé e Luz, Pastoral da Pessoa com Deficiência, temos cursos de extensão com orientação da Catequese Junto a Pessoa com Deficiência no Regional Sul 1 e nos cursos de verão e extensão da UNISAL. 

Mas devemos destacar que o avanço das politicas públicas a questão da acessibilidade e de seus direitos na sociedade está mais avançada que na Igreja. A Igreja esta mais aberta e mais acolhedora voltando nos seus primeiros trabalhos das congregações religiosas deste a Campanha da Fraternidade de 2006, mas ainda falta mais acolhida, formação, acessibilidade, precisamos ver que a Igreja é muito viva através da manifestação de fé de uma pessoa com deficiência, a fé é forte, eles falam do amor de Deus através de cada superação que eles vivem, a Igreja precisa criar metodologia para atingir a todos sem barreiras.

Na JMJ (Jornada Mundial da Juventude) ficou claro a participação da pessoa com deficiência muito ativa e a Igreja no Brasil no que diz respeito à Catequese já vem dando vários passos através dos Seminários de Catequese Junto à Pessoa com Deficiência, que até o momento realizou 4 (quatro) em nível nacional. 

2. Como atuar melhor pastoralmente para incluir os portadores de deficiência na vida eclesial? 
Deficiência Surda: na atuação para melhorar pastoralmente a inclusão da pessoa com deficiência na vida eclesial, trabalharmos a desmistificação de que uma pessoa com deficiência é incapaz, que a pessoa com deficiência tem limitações intransponíveis. Precisa haver mais abertura para que a comunidade surda se sinta acolhida. É bom saber que temos no Brasil quatro padres surdos que trabalham especialmente nesta dinâmica, e um dialogo aberto com a Pastoral dos Surdos. Também é preciso trabalhar liturgicamente a interpretação dos sinais de forma homogênea, porque a Língua de Sinais (LIBRA) é regional, e muitas vezes o surdo tem um português sinalizado e se sente perdido na liturgia e na participação dos sacramentos. 

Na deficiência visual: a possibilidade de produção de material de áudio, os documentos da Igreja gravados em áudio para que os deficientes visuais possam ter acesso mais fácil, nem todos os deficientes visuais domina o braile, termos áudio-descrição da liturgia, incluindo os símbolos litúrgicos. É claro que aqueles que para aqueles que aprenderam o Braille já temos acesso à  bíblia, catecismos e outros material nesse tipo de leitura.

Na deficiência intelectual: houve um grande avanço e temos casos de deficientes intelectuais em faculdades, casamento liberado já na justiça, o que precisamos é mais abertura na acolhida. Para tanto, devemos contar com o apoio do Movimento Fé e Luz, existente em muitos estados do Brasil. 

E a deficiência Física: tem trabalhado a questão de acessibilidade na Igreja. É preciso ter acesso na Igreja e liberdade da aceitação para os trabalhos dentro da mesma. Também podemos contar com o apoio da FCD e nos lugares que te organizado, também com a Pastoral da Pessoa com Deficiência. 

Em resumos devemos incluir a todos. É o Senhor Jesus quem chamou os deficientes: “vem para o meio”. Os portadores/as de deficiências devem ser amados, inclusos e sentir o carinho e o amor das nossas comunidades. É preciso evangelizar e deixar-se evangelizar por eles. 

Deus abençoe e guarde a todos e todas.

Entrevistadora: Liliane Borges
Rádio Canção Nova
liliane@geracaophn.com 

Entrevistado: Dom Vilson dias de Oliveira, DC
Bispo Referencial da Comissão Bíblico-Catequética – CNBB/Sul 1
domvilson@uol.com.br